Review: Bones – 8×05/06: The Method in The Madness/The Patriot in Purgatory - Líder Séries

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20 de novembro de 2012

Review: Bones – 8×05/06: The Method in The Madness/The Patriot in Purgatory



E pensar que a gente teve que esperar um ano a mais para ver todo o time reunido.
Spoilers Abaixo:
Antes de começar, gostaria de dizer que não gosto muito de reviews duplas porque você acaba não tendo como comentar muitos detalhes dos episódios por ter um espaço relativamente menor e por, muitas das vezes, os episódios, principalmente se forem aleatórios de meio de temporada, não terem nada em comum. Contudo, por motivos de força maior acabei não conseguindo fazer uma para cada episódio, mas, felizmente, consegui achar um ponto em comum entre os dois episódios: Daisy. Sim, isso mesmo, a Daisy, mesmo com a personagem não aparecendo em nenhum dos dois episódios.
Vocês devem estar se perguntando o porquê de eu ter pensado na Daisy, mas não se preocupem, não é nenhuma loucura, obsessão ou algo parecido com a personagem não.
No episódio 8×05 fica claro que será, mais uma vez, um episódio focado na vida pessoal dos personagens com Sweets em sua crise pós-término de noivado com Daisy indo passar uns dias com Booth e Brennan. Eu sei que teve gente que achou chato e forçado e que fizeram isso só para “encaixar o Sweets na história”, porém, em minha opinião, isso foi algo totalmente normal. O Booth nunca foi de ter muitos amigos e o Lance sempre foi “o estranho”, por isso, e por passarem grande parte do tempo juntos trabalhando, os dois acabaram formando uma ótima amizade nesses cinco anos que se passaram. Assim, me parece completamente aceitável que o Booth ofereça ajuda ao Sweets ao ver o amigo dormindo no próprio lixo em seu escritório.
Também achei ótimo o jeito que colocaram um Sweets todo acabado e sem saber o que fazer, afinal, mesmo sendo psicólogo, ele acabou de terminar pela primeira vez com alguém que estava prestes a se casar, então é normal que ele fique meio perdido. Contudo, mesmo sendo esse o motivo, o episódio acabou sendo bem divertido. Como não rir do Sweets dobrando a cueca de Capitão América do Booth e aparecendo de toalha na sala pra receber a visita?
E no 8×06 o que me fez pensar na Daisy foi justamente a falta dela. Eu poderia dizer que foi por ela ter terminado com o Sweets e já ter saído da série, contudo, algumas reviews atrás, eu cheguei a comentar que havia quatro episódios que foram gravados na sétima temporada, mas que iriam ser exibidos agora na oitava e The Patriot in Purgatory é um desses episódios. Com isso, ideia de fazer um episódio com todo o time de squints com exceção da Daisy foi algo que surgiu na temporada passada enquanto ela e o psicólogo ainda estavam juntos. E em minha cabeça isso só pode ter acontecido por dois motivos.
Um, a Brennan queria um time apenas com os seus melhores estagiários e ela não era um deles, mas isso eu acho quase que impossível. Afinal, Daisy sempre foi a mais aplicada de todos eles e foi ela quem acompanhou a doutora na sua viagem lá entre a quinta e a sexta temporada. E o dois é que os produtores já sabiam do rompimento dos dois personagens, Sweets e Daisy, e resolveram não coloca-la fazendo parte de muitas coisas, já que a personagem sairia da série. Claro que estou falando isso de acordo com o meu pensamento, que é de que a Daisy não irá mais voltar e se voltar será apenas para se despedir da série. Mas isso não quer dizer nada, ela pode muito bem voltar e ficar trabalhando lá no Jeffersonian como sempre esteve.
O caso de The Method in The Madness não foi tão complexo e não teve grande destaque pelo episódio ter escolhido focar nos personagens. Mas nem por isso deixou de ser interessante com as evidências apontando para Jack, o Estripador e fazendo com que o médico fosse o principal suspeito. Contudo, vou reclamar. Acredito fielmente que eu não tenha sido a única pessoa a perceber logo de cara que aqueles cortes profundos e certinhos haviam sido causados por algum tipo de máquina e não manualmente por alguém incrivelmente forte. Por isso, achei muita perda de tempo eles fazendo moldes e confiscando os brinquedinhos sexuais de colecionador do cara. Não é possível que com um laboratório e equipamentos daqueles ninguém tenha visto algum padrão nos cortes. Fosse profundidade, fosse ângulo, fosse o próprio formato da lâmina. E com isso, não tive nenhuma surpresa ao ver que aquela máquina na cozinha da loja era a “arma do crime”.
Já no 8×06 eu pensei que não teríamos o caso da semana e teríamos algo ainda mais diferente como uma competição para ver quem identificava mais ossos. Mas então minutos depois Bones mostrou que eu estava só sonhando e que havia ali um caso só. E achei muito legal como a série começou com um mendigo desconhecido e terminou com um herói americano. E por mais que muitos achem clichê uma série americana mostrando a vítima militar como um herói, é o mínimo que poderiam fazer 10 anos após os atentados de 11 de setembro, data em que o episódio seria originalmente exibido.
Esse foi também um episódio muito bom de se ver, desde os squints querendo mostrar quem era o melhor, até todos explicando o assassinato juntos, como uma verdadeira equipe. Espero que a série, caso seja renovada, faça novamente um episódio parecido.
Considerações finais:
- Queria muito que o Sweets continuasse na casa de Booth e Brennan por mais alguns episódios.
- Só Bones pra ter uma prostituta envolvida com sadomasoquismo que vende purê de maçã assassinada.
- Brennan agindo como treinador, andando e dando tapinha na bunda dos homens, foi impagável.
- Acho interessante como em um funeral da vítima em Bones toda a equipe do Jeffersonian está presente enquanto a própria família não chega nem a três de pessoas.
- Amando o Fisher nessa temporada.
- Saudades Pelant.

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