Dexter: 7×02: Sunshine and Frosty Swirl - Líder Séries

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9 de outubro de 2012

Dexter: 7×02: Sunshine and Frosty Swirl


♫ ♫ They tried to make me go to rehab, I said, “No, no, no” ♫♫
Spoilers Abaixo:
Estamos apenas no começo, mas não tenho muito que reclamar sobre a temporada até agora. “Sunshine and Frosty Swirl” foi um ótimo episódio, que conseguiu me agradar mais do que a premiere e foi muito importante para apontar o rumo que esse 7ª ano vai seguir. A descoberta de Deb sobre Dexter é provavelmente um dos eventos mais importantes de toda a série, talvez o 2ª mais importante, só perdendo para a morte de Rita, e você não precisa ser vidente para ter certeza absoluta que essa descoberta foi o catalizador que vai impossibilitar de qualquer final feliz.
A sequência inicial foi genial, e ali no gramado do prédio de Dexter, ambos Jennifer Carpenter e Michael C. Hall entregaram as atuações de suas vidas. Deb estava enojada, aterrorizada, confusa e aos poucos digerindo aquela informação sobre a verdadeira natureza do seu irmão mais velho. Dexter não é um serial killer qualquer, ele é o Bay Harbor Butcher, ele é provavelmente um dos assassinos mais bem sucedidos da história, que mata desde os vinte anos de idade, que mata há duas décadas impunemente. Não foi fácil de digerir, literalmente.
É irônico ver Deb se chamando de “a pior detetive do mundo” quando na verdade ela realmente já foi a pior detetive do mundo. Lá na primeira temporada, quando ela se disfarçava de prostituta e dependia dos conselhos de Dexter para evoluir na carreira, Deb era realmente patética como policial. Porém, hoje ela é uma Tenente com ótimos instintos e chega a ser fácil categorizá-la como ingênua por sugerir a rehab caseira. No entanto, Deb tem razão em um ponto: e se Harry realmente tomou o caminho mais fácil? E se ele fez mais estrago do que ajudou com o código? Será que tratar Dex como um viciado em crack e força-lo a não matar é uma saída? Será que realmente existe algo bom dentro dele que pode suprimir o Dark Passenger?
É interessante notar que existem três caminhos para levar Dexter a exposição nessa temporada: Deb, LaGuerta e Louis. Deb pode ser quase descartada, mas por enquanto ela continua sendo uma ameaça; Louis se mostrou louco e teimoso, mas pela primeira vez ele parece menos perigoso do que eu imaginava; LaGuerta por sua vez ganhou destaque no meu radar e agora ela possui provas de que não apenas Doakes era inocente como o notório Bay Harbor Butcher continua à solta. Não sei como isso aconteceu, mas sinto que agora LaGuerta é a principal ameaça contra Dexter nessa temporada.
A rehab caseira foi um show à parte. Da onde Deb tira forças? Na noite anterior ela estava de joelhos, teve a imagem do pai perfeito e do irmão completamente obliterada de sua mente, e agora está tentando criar um ambiente seguro para Dexter, um lugar onde ele precisa ser sincero e simplesmente não matar ninguém. Bem-vindo a era do código de Deb. E é aqui, sob o teto de sua irmã, que Dexter desfruta um momento puro e verdadeiro ao explicar como funciona a possessão do Dark Passenger. A descrição do sangue negro, de como ele se sente a ponto de explodir e a única maneira de aliviar a pressão é matando, foi algo tão poderoso, que Deb momentaneamente perde as forças: “You’re a sick fuck, Dexter. Jesus Christ!”.
Não sei dizer se Dexter realmente acredita na rehab caseira ou se está apenas ganhando tempo, mas uma coisa ficou clara com a cena final do episódio: para Dexter, se render as consequências é se render a morte.
Pensamentos finais:
- Espero que a parceira do assassino que se suicidou no final do episódio, que será interpretada por Yvonne Strahovski (um salve para os fãs de Chuck), não seja apenas uma repaginação de Lila ou Lumen.
- “Estava pronto para te Chupar” by Vince Masuka.
- O chefão da máfia ucraniana chegou com tudo e já mandou uma morte no estilo Justiceiro.

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